domingo, 20 de fevereiro de 2011
Dêem ao homem uma viola-de-amor e façam-no cantar um canto assim, que sua voz está rouca de tanto insulto inútil e seu coração triste, de tanta vã mentira que lhe ensinaram."
Vinícius de Moraes
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Eu nunca quis o óbvio, o modelinho, a moda. Nunca quis o que todo mundo quer, nunca se quer quis seguir uma tendência. Eu nunca quis me fazer de diferente, mesmo sendo diferente. Nunca quis mostrar o que não tenho ou o que não me pertence. Nunca quis nada alheio, nunca senti inveja, nunca fui o exemplo e nem quero ser. Nunca me olharam com respeito, nunca me dizem o que pensam de mim, nunca comentam sobre minha reputação. E eu realmente nunca me importei com isso, nunca me importei de nunca me importar, nunca reclamei disso. Eu sou assim, de nunca fazer nada que todo mundo espera, quer, reza pra que eu faça, por que, se eu fizesse eu nunca seria eu mesma.
Caio F.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
- Maria Clara Machado
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Por você, eu dei uma nova chance a mim mesma. Eu dei minha cara a tapa. Por você, eu voltei a acreditar no amor adolescente e a ter calafrios na espinha. Por você, parei de ler seus textos e comecei a ter ciúme. Por você, posso largar a música eletrônica e aprender a gostar de jazz. Por você, eu largo os vinhos baratos, os xampus caros e as roupas curtas. Porque quando você está dentro, não existe mais nada lá fora. O mundo acaba aqui, na gente. Porque você me faz tão sua. Porque você me faz tão eu."
sábado, 8 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
Então é isso? Eu simplismente vou embora e deixo pra trás, um pouco esquecido, aquilo que eu mais amo na vida, a coisa mais importante? Mais importante sim, uma vez que eu escolho ele em vez da minha familia, ficar "sem" minha familia, sozinha. Mas ai é que tá, nunca me senti tão completa. E então chega o estágio da fuga? Que eu sempre insistir em por em vigor, só que agora é diferente, eu não escolhi isso dessa vez, me obrigam a fugir, como eu sempre fiz a minha vida inteira e nunca percebi que era porque não tava certo. Essa mania de acabar com tudo que parecia bom, mas não era, porque bom mesmo é estar nos braços de quem se ama e não longe. Me desculpe aos hipócritas e aos descrentes do amor, como eu era, mas amar não dói, ser feliz não dói o que dói mesmo é não se ter o que se quer, é estar a mercê do acaso, do que chamam de destino, é não ter poder, não ter escolha, é não ter sua outra metade só porque alguém decidiu que seria melhor assim, que dá pra viver, que se for verdadeiro vigora, mas não é questão de ser verdadeiro, de "dar pra viver" porque não dá, a dor é a mesma de partir para outro país, a mesma de estar só num lugar totalmente desconhecido, onde a vida vai passar e você vai continuar lá sofrendo a sua dor, todo mundo tocando pra frente e você la morrendo no seu interior, porque nada mais vai importar. Me desculpe, mas repito que continuo a ser intensa, porque é essa que eu sou. Eu só não quero voltar a ser aquela porra louca de antes, isso mesmo, p-o-r-r-a-l-o-u-c-a - porque é isso que eu era antes de você, eu só quero esse lugar seguro, esta paz, minha paz. Eu quero você e quero eu, nós dois deitados no colchão da sala, sendo intensos, sendo um para o outro, não quero distância, não quero falta de vida, eu quero vida e quero você - "o único lugar seguro pra sempre".
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Guimarães Rosa


